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Saúde inicia megacampanha de combate à hanseníase

A Secretaria de Estado da Saúde realiza no período de 23 a 30 de novembro uma campanha de combate à hanseníase. Com o tema "A informação é o início do caminho para a cura", a campanha contará com a distribuição de um milhão de flyers, 50 mil folderes para profissionais de saúde e 25 mil cartazes em unidades de saúde de todo o Estado.

A campanha desse ano ganhou uma novidade. Em parceria com a Fundação Paulista contra a Hanseníase, um hotsite vai ao ar no começo da campanha para ajudar a difundir o assunto. O endereço virtual é www.hanseniasetemcura.com.br. O site tem diversas informações sobre a doença para a população em geral e uma área restrita a profissionais de saúde com a possibilidade de downloads de material de campanha.

"A população precisa conhecer a doença para que possa identificar os primeiros sinais e procurar uma unidade de saúde. Com o tratamento adequado é possível curar a doença", explica Mary Lise Carvalho Marzliak, diretora do Programa Estadual de Combate à Hanseníase.

Em 2008 foram registrados 1.976 casos novos no Estado. Desses, 75 foram em crianças. Isso indica que há transmissão ativa. Para uma criança adoecer é porque há um adulto doente convivendo com ela. Por isso é importante que a população conheça os sintomas para que busque o tratamento e interrompa a transmissão da hanseníase.

A hanseníase é uma doença que se instala principalmente em nervos e pele. Ela é transmitida pela respiração de uma pessoa doente sem tratamento. Acomete homens e mulheres, adultos e crianças de todas as classes sociais.

Os principais sintomas são manchas na pele que não doem e não coçam, manchas com quedas de pêlos, manchas esbranquiçadas, caroços avermelhados ou castanhos em qualquer parte do corpo, áreas com ausência de dor, de sensibilidade ao calor, ao frio e ao toque. Ao perceber algum destes sinais, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde. O tratamento é gratuito e está disponível em todas as unidades de saúde do SUS. Se não tratada ou tratada tardiamente pode causar incapacidades ou deformidades nas mãos, nos pés e olhos.

Publicado por Assessoria de Imprensa em